A arte de inovar é necessária para o sucesso. Em um mundo globalizado, ou você se reinventa, inova e aponta seu diferencial, ou certamente ficará para trás. No mercado do turismo não é diferente. Atualmente, o Brasil vive um cenário de recuperação econômica, com boas expectativas para os próximos meses. Essa é a hora de fazer e ser diferente.

Nessa toada de recuperação geral, quem perde é o turismo. Pouco se tem feito de inovador, principalmente, quando apontado modelo atual de geração e captação de novos negócios. Promoções limitadas ou com caráter amadorista, participações em feiras de turismo que, em muitos casos, não se preocupam em otimizar o formato. Esses, com certezas, são os entraves mais latentes nestes dias. Ou seja, nada mudou.

Mas será que é assim que o turismo brasileiro precisa sobreviver? Ou melhor, por que ele apenas “sobrevive”? Por que ele não inova, não busca alternativas de desenvolvimento e não colabora para a quebra de paradigmas de gestão, atendimento, capacitação e geração de novos e consistentes negócios?

O mercado precisa acompanhar a evolução. O perfil do cliente mudou e continuará mudando a cada dia que passa. Precisamos levar ao conhecimento dos profissionais, a habilidade e o talento em apontar os diferenciais do produto que ele oferece ou ficarão parados no tempo e no conformismo.

Imagine aquela roupa exposta na vitrine. Isso é suficiente para convencê-lo a comprar? Será que a oportunidade de experimentar, de tocar, de sentir o material e seus detalhes, não é importante na hora de decidir?

No mercado de turismo a situação é semelhante: é necessário expor os detalhes para vender bem. Será que os modelos atuais que se intitulam como oportunidades de networking e venda realmente são efetivos? As feiras de negócios têm esse papel? Formatos que exploram mais o face to face, hoje, ganham mais espaços e crescem a cada ano. Exemplo? As rodadas de negócios!

Elas permitem que os agentes de viagens consigam a capacitação necessária para oferecer ao consumidor final um leque de opções, que certamente vai atraí-lo em algum ponto.

Novamente, alternativas modernas vêm crescendo mundo afora, como o Meeting Brasil – Rodadas de Negócios, que aproxima o produto do agente, levando-o a um verdadeiro mergulho no assunto, capacitando-o a extrair o melhor e o que há de mais interessante ao seu cliente. Fazemos e defendemos este modelo que tem trazido resultado e promete crescer nos próximos anos. O evento oferece a oportunidade de promover negócios, estabelecer netwoking entre a extensa cadeia produtiva do turismo, envolvendo empresas líderes dos mais diversos segmentos do setor, órgãos governamentais, agentes e operadores. O Meeting chegou não para, simplesmente, “tirar pedidos” durante uma “feira”, mas sim para promover os produtos do turismo e fomentar o setor no Brasil, de modo a gerar receita nas mais diversas cidades e estados, como um meio sustentável de negócio dentro de um ciclo econômico.

É hora de diminuir a “promoção” e partir para a “ação”. Não adianta reclamar e repetir o erro. É o momento de valorizar o que temos de melhor. Venha com a gente e reinvente seu produto!

Jair Pasquini